terça-feira, 8 de setembro de 2015

Entenda o que é a modafinila (Stavigile), seus efeitos, riscos e relatos

Pesquisadores de Oxford e Harvard julgaram que a droga é segura e eficaz para melhorar o desempenho cognitivo. Mas outros pesquisadores pedem mais cautela. Entenda sobre efeitos e riscos dessa substância.


Se eu lhe oferecesse um comprimido seguro e capaz de turbinar seu cérebro, você aceitaria? Essa é uma proposta tentadora, especialmente para as pessoas que se preparam para vestibular e concursos.

Para dois pesquisadores das Universidades de Harvard e Oxford, Battleday e Brem, essa substância existe: chama-se modafinila. Num artigo publicado na European Neuropsychopharmacology, os autores concluem, após revisão de 24 estudos sobre a substância, que:
(...) Quando tarefas mais complexas são consideradas, a modafinila aparenta melhorar a atenção, funções cognitivas superiores, e o aprendizado e memória (...). Parece que a modafinila exerce efeitos mínimos no humor - se algum, melhorando-o - e apenas raramente causa efeitos adversos mínimos.
Os autores alegam que a modafinila "aparenta ser segura para o uso disseminado". Guy Goodwin, presidente do European College of Neuropsychopharmacology comentou à Universidade de Oxford que "esse é o primeiro exemplo real de uma 'droga inteligente', que genuinamente ajuda, por exemplo, com a preparação para exames".

Uma pílula da inteligência - e segura? Outros autores são mais cautelosos. No British Journal of General Practice, autores criticaram o estudo acima, afirmando que ele ignora os possíveis efeitos em longo-prazo do uso da modafinila e evidências mais amplas sobre a segurança dos medicamentos. Dizem os autores:
Em geral, expectativas sobre a eficácia dessas drogas em pessoas saudáveis superam seus efeitos reais. Além de preocupações sobre segurança e um possível efeito de superconfiança na própria performance cognitiva, é questionável se o uso repetido (de substâncias como a modafinila) seria de qualquer benefício prático para pessoas saudáveis.
Ainda assim, tem aumentado o uso da modafinila para melhorar a concentração por longos períodos de revisão - 1 em cada 5 estudantes de universidades do Reino Unido usaram a substância para esse fim, segundo pesquisa informal.

Essa substância existe no Brasil. É um medicamento chamado de Stavigile - é controlado e só pode ser obtido com uma receita. Nessa matéria, vamos conhecer um pouco mais sobre a modafinila (Stavigile).

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Liberar o Stavigile para uso social? Pesquisadores debatem sobre a polêmica

A pílula da inteligência tem grande potencial para estimular a função cognitiva e tornar a humanidade mais produtiva. Mas é preciso discutir o Stavigile em sociedade

Ruairdh McLennan Battleday é Doutorando na Universidade da Califórnia, Berkeley
Anna-Katharine Brem é uma pesquisadora com Pós-Doutorado na Universidade de Oxford

Esse artigo foi originalmente publicado no The Conversation. Leia aqui o artigo original.
A tradução livre do artigo e as inserções em vermelho são do blog "Turbine Seu Cérebro".


Por Anna-Katharine Brem e Ruairidh McLennan Battleday, autores do estudo que diz que a modafinila (Stavigile) é eficaz e seguro em aumentar a inteligência de pessoas saudáveis

A extensão das nossas capacidades "naturais" por meio da tecnologia não é um fenômeno novo. Na verdade, foi um fator essencial para a evolução da sociedade humana no decorrer da história: a invenção da roda, a navegação com a bússola e a comunicação usando ondas eletromagnéticas são exemplos.

O campo da "neurocosmética" - usando o nosso entendimento de como o cérebro funciona a fim de melhorar suas capacidades - pode muito bem ser o próximo passo.

Foto: Internet (fonte)
Nossa nova pesquisa, que revisou os efeitos cognitivos da modafinila (Stavigile, no Brasil), a "pílula da inteligência", descobriu que ela pode aumentar o desempenho de pessoas saudáveis em testes cognitivos. Ou seja:a modafinila pode ser considerada, cientificamente, o primeiro remédio que turbina o cérebro.

Mas, o que também é claro é que nós precisamos melhorar radicalmente nosso jeito de analisar como essa droga afeta tanto cérebros saudáveis, quanto a sociedade como um todo.

A modafinila é uma droga estimulante, aprovada pela Anvisa para ajudar pessoas com transtornos de sono a manter a vigília. Isso significa que a sua segurança em humanos já foi confirmada em um contexto clínico, num período relativamente longo, em múltiplas doses.

Nos indivíduos com narcolepsia, além de muitos outros pacientes com doenças neuropsiquiátricas, o consumo da modafinila ajudou a melhorar um leque de funções cognitivas, trazendo suas habilidades para um nível que é considerado "normal". 

Em indivíduos privados de sono, incluindo pilotos e médicos, a modafinila também demonstra o mesmo efeito.

Uma revisão da literatura científica

Porém, nós queríamos descobrir qual seria o efeito da modafinila em pessoas saudáveis, que não estavam privadas de sono. 

Analisamos 24 estudos - de 1990 até 2015 - e concluímos que a modafinila também aumentava as funções cognitivas, particularmente as funções cognitivas mais complexas e executivas, como resolução de problemas e planejamento.

Esse aumento no desempenho não foi visto em todas as pessoas, em cada estudo analisado, em todas as ocasiões; e, para algumas funções intelectuais, como atenção, aprendizado e memória, muitos estudos falharam em demonstrar qualquer diferença que fosse entre o grupo que tomou placebo e o grupo que usou a modafinila.

Nós fomos até mesmo capazes de fazer algumas inferências de como a modafinila age: por exemplo, os efeitos que nós observamos podem ser explicados por um efeito de melhorar "mais as funções mais complexas e menos as funções menos complexas" do processamento cognitivo. 

Observamos a otimização das atividades das regiões pré-frontais do cérebro, que são as que comandam as funções executivas.

Além disso, nos estudos que nós analisamos, as pessoas que usaram a modafinila reportaram um número baixo de efeitos colaterais - e todos foram vistos em proporções iguais nos grupos placebo que participavam dos mesmos testes.

O "efeito teto"

Enquanto coletávamos os dados para nosso estudo, nós ficamos surpresos com a metodologia usada pelas pesquisas anteriores sobre a modafinila.

Primeiro, o total de estudos que focavam em pessoas saudáveis era muito baixo, assim como era o número de voluntários nesses ensaios - uma média de 30 participantes por estudo.

Segundo, muitos estudos usavam testes de inteligência que pareciam inapropriados -  testes normalmente usados para determinar déficits cognitivos em pessoas com doenças neuropsiquiátricas ou transtornos neurológicos.

O problema disso é que as pessoas saudáveis tinham um desempenho ótimo mesmo quando não tomavam a droga - algo que a ciência chama de "efeito teto". Elas já atingiam o seu limite e a droga não poderia aumentar o desempenho. Com esses testes, melhoras no desempenho por causa da modafinila são mais difíceis, senão impossíveis, de detectar.

Quando colocamos ossas descobertas nesse contexto, os benefícios cognitivos da modafinila se tornaram muito mais robustos, afetando numa variedade de domínios da inteligência, incluindo a atenção, função executiva, e aprendizado e memória.

Essa foi uma das principais diferenças da nossa análise. Outras revisões de estudos sobre a modafinila anteriores não haviam examinado com mais profundidade a metodologia usada. Com isso, essas revisões concluíram que a modafinila não tinha status de melhorador cognitivo.

Nosso estudo indica que, em ambientes cientificamente controlados, o uso da modafinila para melhora cognitiva é seguro e eficiente - mantendo em mente que a maior parte dos estudos que observamos apenas usaram uma única dose de modafinila. Por isso, é difícil falar em benefícios em longo prazo.

É preciso de uma nova abordagem
É necessário continuar essa avaliação sobre a modafinila usando abordagens científicas clássicas, com exames cognitivos mais apropriados, maior número de voluntários em estudos, períodos de administração prolongados e uso comparados com outra intervenções - como treinamento cognitivo e formas de estimulação cerebral não invasivas - e monitorar as mudanças fisiológicas e diferenças da droga em cada faixa etária.

No entanto, quando consideramos o amplo uso indevido da modafinila por pessoas sem qualquer transtorno de sono, uma abordagem mais útil e ética pode ser usar testes que espelham atividades cotidianas. Desse modo, poderemos avaliar os efeitos da modafinila numa situação rotineira.

Então, talvez, a descoberta mais importante do nosso estudo é de que a infraestrutura e a metodologia que usamos atualmente para avaliar a melhora cognitiva (em indivíduos que já são saudáveis) é inadequada. 

Nós precisamos elaborar, melhorar e padronizar os regimes de testes cognitivos que são aplicados em pessoas saudáveis e que tem as faculdades intelectuais intactas.

O futuro da neurocosmética
Mesmo os problemas destacados acima não são nada quando comparados com a questão de como integrar as tecnologias e fármacos que interagem diretamente com o cérebro na vida em sociedade.

Novos agentes inevitavelmente irão chegar, e logo: considere a próxima geração de pílulas da inteligência e smartphones, Google Glass e o Microsoft HoloLens.

Esses avanços tem considerável potencial para nos alterar: a extensão da profundidade da compreensão humana pode nos permitir a apreciar mais os mistérios e a beleza do mundo ao nosso redor, modificar relacionamentos e conquistar um maior entendimento de nossas ambições e preocupações mentais. 

Da mesma forma, isso pode nos permitir ser mais produtivos, inovadores e mentalmente resistentes.

No entanto, como sempre, junto desse potencial benéfico, há também um lado negativo: quem poderá usar essas drogas, dependência e doping são questões que irão surgir. 

Mas, em vez de apresentar esses problemas como argumento para descartar as drogas da inteligência, nós devemos considerar a polêmica sob a luz dos possíveis benefícios que a modafinila poderia trazer para nós.

Para fazer isso de modo eficaz e justo, nós precisamos criar uma melhor plataforma para fazer um debate em sociedade sobre esses tópicos - onde o desenvolvimento, avaliação e regulamento de agentes nootrópicos podem ser discutidos por todos de forma igualitária, antes de que a modafinila atinja consumidores sem qualquer problema neuropsiquiátrico.

Ruairdh McLennan Battleday é Doutorando na Universidade da Califórnia, Berkeley
Anna-Katharine Brem é uma pesquisadora com Pós-Doutorado na Universidade de Oxford

Esse artigo foi originalmente publicado no The Conversation. Leia aqui o artigo original.
A tradução livre do artigo e as inserções em vermelho são do blog "Turbine Seu Cérebro".


segunda-feira, 31 de agosto de 2015

O Guia de Colina para Calouros (II)

Atenção: a suplementação de colina deve ser orientada por um nutricionista. Quanto ao uso de medicamentos, como o piracetam, deve ser orientado por um médico. Esse artigo tem apenas fins informativos.


Parte 2: é verdade que a combinação de colina e piracetam melhora o desempenho cognitivo?

Há certas combinações que parecem perfeitas. Romeu e Julieta e, se você não é de São Paulo, pizza com ketchup. Para entusiastas de nootrópicos, a colina - nutriente importante para o funcionamento cognitivo, como vimos na parte 1 -  é a tampa e o famoso piracetam - medicamento que creem que melhoraria a memória e raciocínio - seria a panela. 

Segundo o website do autointitulado "Instituto de Pesquisa de Melhoramento Cognitivo":
"Quando colina e piracetam são utilizados juntos, há um efeito sinérgico que causa uma melhora de memória maior do que a soma de cada um deles quando usados isoladamente.

Conhecemos uma pessoa que alega se sentir levemente agitada e deprimida se ela usar o piracetam por mais de uma semana sem um suplemento de colina. Esse sentimento é aliviado nela com uma única dose de colina. Pode ser que o piracetam faz com que a acetilcolina seja usada mais rapidamente e que a colina ajude a substituir esse importante neurotransmissor".

Isso é apenas "viagem" ou será que combinar esses dois agentes poderia produzir um efeito positivo na memória? Pacientes que foram prescritos piracetam precisam aumentar a ingestão de colina? É isso que vou analisar em detalhes nesse post.

sábado, 29 de agosto de 2015

Mecanismo de ação do Piracetam


FUNCIONA MESMO? COMO?
Os mecanismos de despolarização e repolarização.
A manutenção deles é necessária para a condução dos
impulsos nervosos.
O Piracetam é um derivado do GABA, um neurotransmissor que tem efeitos sedativos (veja mais em meu artigo A história do piracetam). Entendendo sobre o GABA, é possível compreender também como o Piracetam faz sua "mágica".

Os efeitos inibitórios do GABA são graças à hiperpolarização neuronal. Recomendo este artigo em caso de dúvidas sobre os processos de despolarização/repolarização.

Quando o GABA se encaixa em seus receptores específicos, há uma entrada maior de íons cloro (Cl-) no meio intracelular. O potencial de repouso é de -90mV. Com a entrada de cloreto, esse valor torna-se ainda mais negativo. Isso é inibitório porque, a fim de haver a condução do impulso nervoso, é necessário um estímulo que atinja algo em torno de +45mV. Esse é o valor médio da maioria dos potenciais de ação.

Os receptores de GABA não são afetados pelo Piracetam. E, curiosamente, os efeitos do Piracetam são justamente opostos aos do GABA quanto à polaridade neuronal.

A seguir, são listados alguns dos efeitos do Piracetam no sistema nervoso central. Desconhece-se seu efeito farmacológico primário, embora existam algumas hipóteses aventadas nas revisões de literatura científica recentes. Há ainda, contudo, muita pesquisa a ser feita a respeito dessa droga.

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

O Guia de Colina para Calouros (I)

Atenção: o uso da colina e sua suplementação devem ser orientados por um nutricionista; enquanto o uso de remédios nootrópicos deve ser orientado por um médico. Esse artigo tem apenas fins informativos.

Você que está entrando no mundo dos nootrópicos certamente já se deparou com o nome "colina" um montão de vezes. E, considerando ser difícil (senão impossível) encontrar um guia em português comparando as diferentes formas de colina, é comum ter várias dúvidas sobre esse composto.

Está na hora de acabar com as informações conflitantes e reunir as informações mais importantes num artigo direto e prático. 

A intenção é apresentar uma visão geral da importância da colina como melhorador cognitivo, debater a relação da colina com os racetams e comparar as diferentes fontes de colina. Mas, o mais importante, que você não irá nos blogs em inglês: eu irei discutir a acessibilidade (onde encontrar, se precisa de receita e quanto custa) de cada fonte de colina aqui no Brasil.

Se você é marinheiro de primeira viagem no navio dos nootrópicos, siga em frente!

domingo, 23 de agosto de 2015

O crescente mercado ilegal de Ritalina

O mercado negro ignorado pela Anvisa
Basta digitar "comprar Rit..." no campo de pesquisa do Google que o próprio buscador já sabe do que se trata. Algum algoritmo do Google Search já sugere: "comprar Ritalina sem receita". 

Depois de apertar o enter, parece que você está num Brasil que não é terra de ninguém. Anvisa? Esqueça. A sensação é de que a vigilância sanitária caiu nos braços de Morfeu e não voltou mais.


O que mais surpreende é a ousadia dos criminosos. No site acima, por exemplo, os vendedores fazem pacotes "promocionais" (com preços de Ritalina quatro vezes maiores que os da farmácia) e publicam até mesmo depoimentos de compradores satisfeitos. 

Também é comum a divulgação da Ritalina mesmo em sites como o Mercado Livre. Como relata o titular da Delegacia de Crimes Eletrônicos, o delegado Peterson Gimenis, numa entrevista: "Anunciam um produto qualquer, no valor do medicamento. Daí, o comprador emite um boleto, faz o pagamento desse produto e recebe o remédio em casa".

Na minha pesquisa, os vendedores utilizaram nomes para anúncio que não os incriminassem. No exemplo abaixo, "capinha de Ritalina - Samsung". Mas as imagens não são de capinha alguma, mas imagens de caixas de medicamento fechadas - e que são exclusivas do autor do anúncio.


Nos comentários, fica claro que a negociação dos remédios não fica no Mercado Livre. Quem deseja comprar as caixas de remédio comercializa, por exemplo, via email. Mas o MercadoPago, sistema de pagamento bastante conhecido, é utilizado.

Mas e a Anvisa? E a Polícia Federal? Onde estão as instituições brasileiras? Ou a Internet é mesmo essa terra de ninguém?

Bom, recentemente, o Jornal da Globo fez uma reportagem de título chamativo: "Polícia Federal está de olhos nas compras irregulares de Ritalina". Mas Gustavo Trevisan, delegado da Polícia Federal, disse para a equipe de reportagem que "nós (a Polícia) não temos estrutura suficiente para dar conta disso".

Brasil dispara no consumo de Ritalina
Foto: Jornal da Globo

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

"Turbine seu Cérebro": os segredos da neurociência para um intelecto mais afiado


Ninguém está fadado a ter o mesmo desempenho intelectual para sempre. A ciência sabe como otimizá-lo. E eu te conto como!


E se um medicamento pudesse lhe dar um "cérebro melhor"? A ideia parece ter sido tirada de um filme de ficção científica - que nem o Sem Limites, não é? Ledo engano. Melhorar o desempenho intelectual através da farmacologia é uma realidade para executivos ambiciosos, ricaços de Wall Street e nerds do Vale do Silício, nos EUA. O segredo deles é uma classe farmacológica incrível, mas praticamente ignorada no Brasil: a dos nootrópicos.

No meu eBook Turbine Seu Cérebro - O Guia Completo de Nootrópicos, mergulho na ciência por trás de várias dessas substâncias. Nootrópicos, pela definição do médico que cunhou o termo, são compostos neuroprotetores, de bom perfil de segurança, capazes de otimizar a capacidade cognitiva.

Muitos deles prometem benefícios como uma memória mais afiada, maior retenção do aprendizado, menor desgaste mental em tarefas que exijam atenção prolongada e melhor desempenho analítico e lógico.

O que você aprenderá no eBook
É claro que o tema enche os olhos de estudantes de vestibulares, concurseiros e trabalhadores ambiciosos. Nesse eBook, falo de uma variedade de nootrópicos - e da minha experiência pessoal com eles. Você verá no meu relato o que eu aprendi ao usar a maioria dos nootrópicos tratados na leitura.

Ainda, você terá em mãos uma investigação interessante e envolvente sobre esses fármacos. Eu irei lhe apresentar o veredito da ciência sobre a eficácia de cada um dos nootrópicos tratados. A bibliografia consultada e listada é densa, mas não se preocupe: não há nenhum jargão do "neurologuês". Todas as linhas são claras e instigantes, a fim de oferecer uma leitura agradável e de fácil entendimento.

Abordagem completa
Nootrópicos e drogas da inteligência são dois temas muito quentes. Mas é importante ter em vista que, bem antes deles, alguns hábitos tem uma influência enorme na sua capacidade intelectual. É por isso mesmo que exploro o poder de uma alimentação rica em nutrientes específicos para o cérebro no texto. Além disso, ainda converso a respeito da prática de exercícios físicos e do aumento da qualidade de sono - práticas que, quando bem aplicadas, podem otimizar o poder do seu cérebro.

O tema de aprimoramento cognitivo para pessoas saudáveis é escasso no Brasil. Foi por causa disso que eu escrevi o Turbine Seu Cérebro - O Guia Completo de Nootrópicos. Você terá acesso a um material inovador, completo, rico em informações - tudo numa linguagem fácil e agradável. O resultado final é uma edição de qualidade, de leitura estimulante, bem ilustrada e com design impecável.

Foto de capa do "Turbine Seu Cérebro", no e-book reader do leitor Raphael Queiroz
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O que os meus leitores dizem


"Sem dúvida nenhuma, este é o melhor conteúdo disponível em português sobre um assunto vasto e surpreendente - que infelizmente é desconhecido até pelos melhores profissionais da área no nosso país. Matheus se sai muito bem, mostrando o funcionamento e aplicação de cada um dos nootrópicos tratados.

Estou há aproximadamente quatro meses fazendo uso dos nootrópicos, sempre consultando este livro, e nunca deixando de ouvir opiniões profissionais, e estou tendo inúmeros benefícios. Sem dúvida alguma é leitura obrigatória tanto para estudiosos da área quanto para aqueles que desejam mergulhar de cabeça no mundo dos nootrópicos!".
Adamo Martins, músico, São Paulo - SP



"O ebook Turbine seu Cérebro é um ótimo pontapé inicial para quem deseja mergulhar no mundo da alta performance cognitiva. Vai servir de referência para muita gente que deseja montar stacks. O livro apresenta resultados de estudos, principais indicações e uma bela introdução a muitos dos compostos mais utilizados por toda a comunidade de nootrópicos"
Thiago Borges, estudante de Farmácia, Rio de Janeiro - RJ

"Quando a memória e a concentração começam a falhar, é hora de prestar atenção ao que está acontecendo com o seu cérebro. É possível deter esses efeitos através de um programa com nootrópicos. É o que nos ensina Matheus Pereira no revolucionário Turbine Seu Cérebro - O Guia Completo de Nootrópicos. Com esse guia, eu pude aprender e entender como funciona essa tecnologia de suplementação de modo a não cometer erros. Não suplemente antes de tomar ciência do que essas páginas revelam"
André Santti, Santos - SP


“O livro de Matheus - Turbine seu Cérebro - é um dos mais fantásticos que já li. Trata-se de uma ampla pesquisa sobre os nootrópicos, que nos incita a buscar cada vez mais sobre o assunto. O texto também nos direciona sobre como utilizá-los de maneira saudável de modo a ter excelente aproveitamento

Eu me interessei sobre os nootrópicos diante da minha incessante necessidade de querer melhorar a forma que funciona minha mente e cérebro. Posso dizer que o livro vem a ser uma mão na roda para aqueles que desejam fazer uma pesquisa sobre o assunto e encontrar dicas valiosas. Nele, você encontra uma coletânea dos nootrópicos mais usados e estudos científicos sobre tais. Não deixe perder a oportunidade de adquirir este excelente guia"
Raphael Queiroz, técnico em TI, Boa Viagem - PE


Primeiro quero registrar minha admiração pelo seu incrível trabalho. Você realmente está prestando um grande serviço de utilidade pública na melhoria da qualidade de vida e na saúde das pessoas. Tenho que reconhecer o fato inegável de que existem muitas pessoas que encontrarão em suas palavras um bálsamo de esclarecimento para as dificuldades que vivem. 

Talvez você não conheça a dimensão de dor que existe por falta desses conhecimentos que você publicou, mas logo saberá quando obtiver o retorno agradecido das pessoas. Eu mesmo sou uma delas que tenho experimentado suas orientações sob supervisão profissional e tive um fantástico benefício na saúde, bem como em meu desenvolvimento profissional. O menor retorno que posso lhe retribuir tem sido comprar o seu livro e divulgar entre amigos e familiares seus conhecimentos. Parabéns, garoto do cérebro, você é um grande profissional e um ser humano exemplar".
Marcos Mesquita, Fortaleza - CE

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Considerações importantes (leia!)
  • O e-book não tem a intenção de curar ou diagnosticar nenhuma doença.
  • O e-book tem somente a intenção de informar. O seu conteúdo é fundamentado pela revisão leiga de estudos científicos (com suas devidas referências bibliográficas no texto) e pela experiência pessoal do autor.
  • O e-book não incentiva ou estimula o uso de nenhum fármaco. Seu único objetivo é informar a respeito do potencial off-label de uma série de remédios - que só devem ser usados sob prescrição médica. Caso você utilize qualquer um dos fármacos citados no livro sem a prescrição de um médico, poderá prejudicar a sua saúde.
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