Uma catástrofe na saúde pública avança em silêncio. O consumo online de pornografia tornou-se alvo do debate de muitos neurocientistas. Já era tempo. Na Dinamarca, 97,8% dos homens e 79,5% das mulheres entre 18 e 30 anos assistem pornografia, segundo pesquisa. Taxa altíssima.
Coisa de europeu? Que nada. Uma reportagem da revista Veja acredita que essa "epidema do pornô" está em curso no Brasil. É uma geração verde e amarela que decide fazer justiça com as próprias mãos. Mas o que isso tem a ver com a saúde? É que viver fantasias com a tela de um computador não é o mesmo, para o seu cérebro, do que compartilhar prazer com o parceiro de carne e osso.
A pornografia é igual a uma droga e pode causar grandes estragos ao cérebro. Não sou eu que estou dizendo. O assunto é novo, mas a neurociência começou a desbravá-lo. E descobriu o quanto o cérebro pode ser danificado com o pornô.
Gary Wilson, professor de fisiologia e autor do livro Your Brain on Porn deu uma palestra sobre o tema. Recomendo fortemente que você assista ao vídeo abaixo, com essa palestra. É só ativar as legendas em português. Caso não possa ver, vou resumir o vídeo abaixo.
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